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Pra onde vão os nossos silêncios quando deixamos de dizer o que sentimos?


Entender esses silêncios nem sempre é fácil. E, quando esses silêncios não são de paz, mas de "medo", acabam se transformando em sintomas físicos. Corpo e mente são uma unidade! Precisamos de ajuda. Precisamos falar. Precisamos ser ouvidos. Precisamos nos cuidar. Precisamos entender esses silêncios e tratar os necessários.


Foi assim com a gente! A agitação interna, os porquês, as incertezas, os silêncios mostravam que o caminho estava fora dos trilhos. Na verdade, os maquinistas não estavam enxergando os trilhos e muitas das vezes, nem o próprio trem.


Passamos por momentos bem delicados, os quais são comuns na grande maioria das famílias. Queríamos ajudar a Marina de todas as formas, orientar e acalmar, mas isso só foi possível depois que conseguimos acalmar a nós mesmos.


O cuidado para quem cuida é tão importante quanto o cuidado que temos com nossos filhos. 


Fomos fazer terapia! Precisávamos nos entender para conseguir entender nossa filha. O entendimento da nossa própria história, o resgate da nossa essência, o encontro com as nossas fragilidades e nossas potencialidades foi um marco muito importante para a nossa história enquanto pessoas e também enquanto família.  


Estamos em processo e acho que sempre estaremos, mas o trem está se locomovendo bem sobre os trilhos.


Perceber que precisamos de ajuda, ter encontrado um profissional que nos possibilitou crescer enquanto seres humanos e poder repassar isso para o nosso dia a dia tem sido algo muito gratificante.


E você, já pediu ajuda? Não fique em silêncio por muito tempo! 




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